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Na estrada que liga Caraí a Araçuái há um ponto referencial denominado (Pau Das Moças) trata-se de uma reta em um planalto com uma árvore no centro da rodovia secundária, onde antigamente as moças se assentavam para descansar no trajeto a pé, “Penes das Moças”, bem na entrada para o Córrego Santo Antonio. Trata-se de uma árvore de “penes do campo”, altaneira e vistosa, com uma grossura de aproximadamente 2 metros de diâmetro e que fica bem no meio da estrada. Conta-se que quando construíam a estrada, a árvore deveria ser cortada para continuidade da pista de rolamento. Um dos peões da obra, vendo tão belo espécime de árvore, sugeriu: “Porque não desviarmos a estrada, já que a árvore está aí muito antes de se pensar em fazer a estrada. O direito dela ficar é maior que o direito da abertura da estrada“.
Como naquele lugar era ponto de espera de carona da roça para o município, as moças se sentavam ao lado da árvore e ali ficavam aguardando a condução. Daí o nome de “Pau-das-Moças”
Caraí teve, até 1954, um dentista diplomado em Ouro Preto, no ano de 1914. Chamava-se Plínio Laender Lopes; era filho de Isac Lopes e de Maria Laender; natural de Teófilo Otoni (onde faleceu em 1980).
Recentemente foi inaugurado o trecho asfaltado de 30 km que Liga a cidade de Caraí à BR 116, que há muitos anos era promessa política de muitos que ali estiveram, promovendo a cidade para um novo patamar na região.
O Barro Cerámico que virou arte de Caraí e tem exposição até em Paris Artista [Noemiza Batista dos Santos] 1947, Caraí – MG